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Criatividade se aprende mesmo? Veja o que a ciência diz

Criatividade se aprende mesmo Veja o que a ciência diz

Criatividade se aprende ou você nasce com ela? Talvez essa resposta você já conheça, mas o que a ciência realmente diz sobre a criatividade? Tem mais, será que é possível ter uma ideia criativa, sem que ela seja uma boa ideia?

Neste artigo eu respondo a todas essas perguntas e ainda trago muitas dicas de como elaborar soluções realmente criativas.

Dá uma olhada! 

O que é criatividade?

Para responder o que é criatividade nós poderíamos recorrer ao dicionário, mas acho que a definição da palavra passe longe daquilo que ela realmente representa. No caso, a criatividade é vista como uma alternativa incomum para elaboração de soluções.

O autor Ed. Catmull diz em seu livro Criatividade S.A que a criatividade é “nossa capacidade de fazer conexões entre elementos que não teriam uma associação.” Mas, não é apenas isso: uma solução criativa genuína também resolve um problema e traz uma nova abordagem para uma tarefa antiga.

Ou seja, a criatividade precisa resolver uma questão para que ela seja também inovadora. Do contrário, ela poderá ser apenas estilística. Sem qualquer aplicação prática para uma questão do dia a dia. 

Como a ciência entende a criatividade?

O potencial exploratório e inventivo é inato dos seres humanos. Desde que a nossa espécie passou pela chamada “Revolução Cognitiva”, apresentada no livro Sapien de Yuval Noah Harari, desenvolvemos o apetite por testar e descobrir coisas novas.

Neste sentido, a biologia enxerga a criatividade como um traço tão natural quanto cuidar dos filhos, procurar abrigo, fazer sexo, etc. 

Já para a neurociência, uma tarefa criativa pode ser estudada dentro das suas amplitudes de respostas cerebrais. Os cientistas descobriram que, quando uma solução especialmente criativa é elaborada, áreas diferentes do cérebro são acionadas. Normalmente áreas que não acenderam juntas em outras situações.

O que nos remete à definição artística da criatividade: fazer conexões, ligar pontos, resolver problemas de formas diferentes. Etc.

O que não é criatividade?

Se estamos tratando do ponto de vista científico da criatividade, convém explicar o que a ciência não entende como um processo criativo. 

Para Dean Keith Simonton, da Universidade da Califórnia, – estudioso, palestrante e autor de diversos livros sobre o tema – criatividade não é apenas inventar coisas ou solucionar problemas.

Ela também dependeria de um terceiro elemento importante para nossos ancestrais: a gestão da energia. 

Ou seja, uma solução criativa precisa:

E não é difícil enxergar soluções criativas assim no dia a dia, não é mesmo? 

Basta pensar na última inovação que realmente fez a diferença na sua vida. Ela pode ser o que for: sua assistente virtual em casa, talvez um aplicativo novo, ou um novo gadget para o lar. 

Pense nessa solução criativa e depois pergunte-se se ela conta com as três bases da criatividade: é inovadora? Ela resolve um problema? Poupa algum tipo de energia? 

Quais são os caminhos para aumentar a criatividade?

Bem, primeiro é preciso entender que a criatividade se trata de uma habilidade plenamente treinável. Até mesmo um escritório de contabilidade, se motivado na direção certa, pode vencer uma agência de publicidade. Acredite, isso pode acontecer.

Basta imaginar a criatividade como uma atividade física. Uma pessoa sedentária que não tem o costume de se exercitar pode entrar na academia e aprender os exercícios. Se ela se dedicar o bastante, poderá até mesmo superar atletas em modalidades esportivas.


Mas, quais são os exercícios para aumentar a capacidade criativa das pessoas? Bom, vamos falar deles. Vou combinar as dicas da ciência, com as minhas observações pessoais do dia a dia e as estratégias que eu uso no meu trabalho.

Vamos lá!

Observe a sua ingestão de conteúdo

Ponto importante para a criatividade: o que você anda assistindo, lendo e consumindo, hein? 

Lembre-se: para ter uma ideia criativa será preciso conectar conhecimentos diferentes dentro da sua mente. Entretanto, se você estiver consumindo sempre as mesmas coisas, sem mudar suas referências, fica mais difícil ter uma ideia genuinamente criativa.


Por isso, mantenha a atenção sobre o que você consome na internet. Mude as músicas, assista coisas novas, siga novos canais, novos perfis. Diversifique e isso irá alimentar o seu cérebro com novas alternativas para gerar ideias. 

Produza e teste seus músculos

A criatividade não ficará dormindo dentro da sua cabeça até que ela acorde um belo dia cheia de ideias fantásticas. Você precisa sair do sedentarismo e ir treinar na academia, lembra?

Então, produza também.

Você pode escrever, desenhar, pintar, fotografar, gravar um podcast, fazer vídeos, escrever roteiros, não importa. O importante é que você expresse a sua criatividade.

Você precisa enxergar o seu corpo fazendo coisas criativas. Isso irá ajudar na adoção de novos hábitos. Por isso, coloque na sua lista de missões do dia as suas expressões de criatividade.

Saia das redes sociais

É consenso entre todos os estudiosos do assunto: as redes sociais estão matando a criatividade.

Os algoritmos são alimentados pelo viés de confirmação. Quando você curte, compartilha e interage com coisas de que gosta (óbvio) isso diz para o algoritmo colocar no seu feed apenas conteúdos que estejam alinhados com estes gostos.


Mas, o que parece muito claro e óbvio, também é maléfico para a sua criatividade. Se você receber apenas coisas de que gosta, então não terá qualquer impacto ou desafio. E a falta de desafios serve apenas para atrofiar a mente.


Basta pensar na analogia da academia. Se você for todos os dias e fizer exatamente a mesma sequência de exercícios, com os mesmos pesos, na mesma velocidade, da mesma maneira. Então você estará sempre trabalhando somente um grupo de músculos.

É preciso variar a intensidade, o peso das barras, os exercícios praticados. Ou seja, para ter uma ideia criativa você precisará passar por momentos de desconforto. E se o seu feed estiver o tempo todo tentando manter você na sua bolha confortável, a criatividade ficará do lado de fora. 

O que evitar?

Via de regra: a criatividade envolve superar o medo de parecer um pateta.

Sim, apesar da criatividade está configurada no nosso código genético, o medo de passar vergonha também está. Portanto, é preciso equilibrar os dois elementos e aprender como perder essa balança de modo a ter coragem para ser criativo.

Fazendo as conexões, chegamos à conclusão que uma vida ansiosa acaba ficando distante de uma vida criativa. Pois a ansiedade alimenta os medos e o medo é o principal freio contra a criatividade que nós temos.

Portanto, evite comportamentos que geram ansiedade. Leve uma vida saudável e busque cuidar da saúde da sua mente. Essas soluções são fundamentais para que as ideias criativas ocorram. 

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